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10/04/2024
Dia do Beijo é celebrado em 13 de abril (Imagem Ilustrativa)
Beijo é demonstração de afeto. Pode ser sinal de carinho e amizade, quando dado na bochecha. Mas, também de amor e paixão, quando são duas bocas se tocando. No Dia do Beijo, comemorado em 13 de abril, especialistas da Hapvida NotreDame Intermédica falam sobre os benefícios e os cuidados para a hora de “comemorar” a data.
De acordo com a psicóloga Mayrla
Pinheiro, a troca de beijos vai além de um simples gesto romântico e
possibilita uma intensa troca de informações neurológicas que afetam
tanto o consciente quanto o subconsciente. Isso estimula o chamado
“circuito do prazer” e traz inúmeros benefícios para a saúde.
Os lábios, a língua e a densa rede de
terminações nervosas existentes na boca são cruciais para desencadear a
liberação de hormônios que afetam o bem-estar e a saúde. Entre esses
hormônios, destacam-se a adrenalina, que acelera o coração; a
dopamina, que induz ao prazer e à excitação; e a ocitocina, conhecida
como "hormônio do amor" por sua influência nos laços afetivos.
“Essa troca hormonal promove bem-estar e
relaxamento, sendo um excelente ‘remédio’ para reduzir o estresse,
queimar calorias e contribuir para o aumento da atividade muscular
facial”, afirma a psicóloga. Ela ainda acrescenta que o beijo é uma
forma de trocar informações inconscientes sobre o sistema imunológico do
parceiro, o que pode influenciar na atração entre as pessoas.
Cuidados
A especialista alerta que, durante o ato de beijar, também ocorre o aumento da produção de saliva, a qual ajuda na limpeza bucal. Porém, é fundamental manter a atenção aos hábitos de higiene, tanto próprios quanto do parceiro. “Além disso, o beijo aumenta o ritmo cardíaco temporariamente, o que pode ajudar a reduzir a pressão arterial”, destaca.
Apesar dos inúmeros benefícios, é
importante se manter alerta sobre algumas doenças que podem ser
transmitidas pela saliva, como doenças periodontais, sífilis e herpes
labial. Segundo a infectologista da Hapvida NotreDame Intermédica,
Christianne
Takeda, “a mononucleose, ou ‘doença do beijo’, é uma das mais comuns, e
pode causar sintomas como febre prolongada, aumento de gânglios no
pescoço, fraqueza e dor no corpo.”
“É essencial estar atento aos sinais e
buscar assistência médica quando necessário”, alerta a infectologista.
Para ela, a chave é manter-se atento à própria saúde para que, desta
forma, o beijo siga como uma demonstração segura de
afeto.
Fonte: Phábrica de Ideias